Pois então, conforme prometido, postei. Ainda que no fim do dia, mas tá aqui.
Bem que eu tentei não tocar no assunto, mas é quase que inevitável, até porque, todo mundo já sabe mesmo...
Não sei das estatísticas, com relação aos meus estimados leitores, quantos já teriam ultrapassado esta marca.
A entrada nos “ENTA” para muitos um tabu, tarda, mas não falha, e desta vez, eu fui a contemplada.
É cedo ainda pra falar em mudanças, maturidade, blá, blá, blá... Essas coisas q todo mundo fala – por enquanto, não tô sentindo nada.
Ainda vejo a mim mesma no espelho, talvez uma marquinha ou outra, um vinco, sulco talvez...Mas sou eu, tenho certeza! Sou eu sim!
Um ou outro fiozinho prata no meio da cabeleira que um dia já ostentou acintosas mechas pink, laranja, ou roxa, dependendo mo meu humor.
Uso a mesma roupa. Meu gosto extravagante, mas fiel a mim, oscila em me classificar entre brega e chic: vai da moda em voga.
Atualmente, dizem, sou chic.
Ainda gosto de rock’n roll. Ai o bom e velho rock’n roll...Dei essa volta toda só pra falar nele.
A comemoração principal de ontem se deu onde deveria, e eu jamais quereria (ai, Pasquale!) que fosse diferente: fui ver o Leo Jaime! Óbvio!
Tá bom, eu sei que eu falo nele toda hora, podem me chamar de fanzoca, tiete, o cacete (ah, esqueci de dizer que continuo desbocada)...
Eu sou mesmo, assumida, mas ontem o contexto era outro.
O Leo é inegavelmente um dos maiores ícones da minha geração.
Soundtrack obrigatória da minha vida, e parte da minha história também. Então...
Mesmo gripado, fez um show do caralho, uma porradaria só e os Impossíveis Mingau, Kleine e Mário tocaram feito uns loucos!
Amigas queridas presentes...
O que eu nunca iria imaginar a 20 anos, é que ele um dia pararia no meio de um show
pra anunciar que eu estava ali comemorando meus quarentinha...Que fofo!
Na saída, brinquei dizendo que só não fiquei brava porque a “denúncia” saiu dele.
Ele me disse naquele jeito bem Leo Jaime: “Que isso! Você tem que ter orgulho!”.
Eu tenho sim, Leo...E desde ontem ainda mais.
Mas, afinal, o que eu quis dizer com tudo isso?
Que tem coisas na vida que eu espero que não mudem nunca.
Nem aos 40, 50, 60, 70...
:-)
(p.s.: já falei tanto nele que nem pus link...vcs olhem aí pra baixo que vão achar facinho)
Escrito por Ana Paula às 23h27
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|